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Chuva e frio: começou a época das salamandras

Por suporte 23/03/2017 0 Comentários

Esta é a altura do ano para começar a pensar em lareiras e salamandras.

O frio começa a chegar, a chuva há muito que começou a cair e todos pretendem um «santuário» dentro de portas, onde relaxar e sentir-se confortável e aconchegado.

É a época do ano em que começamos a gravitar para os lençóis de flanela, endredons fofinhos e meias grossas.

E é a altura em que começamos a pensar em ligar o aquecedor.

A ideia de uma acolhedora lareira ou salamandra começa a surgir na mente de muitos.

Em muitos locais, o calor adequado é mais do que conforto, significa sobrevivência e não um mero conceito romântico.

Os portugueses recorrem a vários métodos para se aquecerem, dependendo um pouco da região onde se encontram.

Uns recorrem a aquecedores a óleo ou a electricidade, outros preferem sistemas de aquecimento central, outros ainda irradiadores a gás e outros optam pela madeira.

Estes últimos recorrem, na grande maioria das vezes, a lareiras, recuperadores de calor e salamandras.

Portugueses da cidade preferem irradiadores a óleo ou electricidade, os do campo optam mais por lareiras e salamandras

salamandrasMas a verdade é que, mesmo com uma casa pequena, a factura mensal destinada ao aquecimento pode sofrer um abalo significativo com a maioria destes sistemas de aquecimento.

Quem habita na cidade, na maior parte das vezes, recorre aos aquecedores a gás ou electricidade.

Por seu turno, os habitantes de zonas rurais recorrem, na esmagadora maioria das vezes, a lareiras e salamandras, alimentadas por toros de madeira ou pellets.

O único senão é ter de transportar o fornecimento de lenha, algo que pode ser difícil para os cidadãos mais idosos.

No entanto, nada que uma pequena ajuda a comunidade ou dos vizinhos não possa resolver.

É importante recordar que manter uma casa suficientemente quente é crucial para os muitos novos e os muito velhos, ou seja, bebés e idosos.

Há quem receie que uma salamandra afecte o design e o equilíbrio estético de uma divisão... nada mais errado!

Muita gente fica atormentada só de pensar nas cornijas, no tamanho da caixa e nos detalhes relacionados com o design, quando falamos em lareiras ou salamandras.

Mas, a verdade é que as lareiras desajeitadas ou demasiado grandes já fazem parte da história.

Tudo depende agora da dimensão das divisões a aquecer. 

O sucesso depende inteiramente de uma proporção adequada, até porque uma lareira ou salamandra charmosa não tem de ser o maior nem o mais apelativo elemento de uma sala.

Existem casos, bastantes até, de salamandras com design e dimensões bastante discretos e comedidos.

É o caso da gama de salamandras Stûv, uma marca de renome mundial, com um design e concepção extremamente interessantes e sofisticados, ideais para casas com ambientes contemporâneos e minimalistas, onde o bom gosto é a imagem de marca.

Para saber mais sobre salamandras, contacte um especialista da Pedra e Decoração